1 de janeiro de 2011

Mark Rothko, o verdadeiro herói e mártir do abstracionismo


MARK ROTHKO percebeu a impossibilidade de uma representação figurativa do homem contemporâneo. Tornou-se o verdadeiro herói e mártir do abstracionismo. Rothko abre janelas que nos puxam, mesmo contra nossa vontade, para um outro mundo, ou talvez, para o mundo que negamos querer ver. Sua arte atrai e repele, chama e confunde, e oferece uma "viagem ao desconhecido", que, segundo ele, é só para os corajosos.


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